segunda-feira, 11 de outubro de 2010

E isso que eu de voltar...


Eu era feliz e não sabia...mas minha vida volta aos eixos originais...

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Solidão


"Solidão, dá um tempo e vá saindo,
de repente eu tô sentindo,
que você vai se dar mal

Solidão, meu amor está voltando,
Daqui a pouco está chegando
me abraçando, todo meu

Meu, meu...
A solidão é nada
você vem na hora errada
em que eu não te quero aqui
Que solidão que nada,
eu preciso é ser amada
eu preciso é ser feliz

Solidão, ele disse que me ama,
se amarrou em mim na cama
me levou até o céu

Céu.....
"
Cantada por Sandra de Sá


Carlos Colla / Chico Roque

Que bom que agora vou reviver o que deixei passar, vou ter você agora...e viver o que estava a algum tempo perdido

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

Mambo da dor


"ai
como dizia meu pai
a dor é mãe
e como dói
alma ensanguentada em Hanói
farinha que a amargura mói
pena que envenena e destrói
ai
como dizia meu pai
a dor é mãe
e como dói
choro que o coração remói
bala no coração do caubói
traça que tudo ameaça e rói
tremor febre frio
suor arrepio
corte tapa tiro
só dói se respiro
o mal que magoa
o fel que amarga
ai dor não me doa
vê se me larga"

Zeca Baleiro

domingo, 22 de agosto de 2010

sábado, 7 de agosto de 2010

Bola de meia

"Tanto tempo pra pensar
Mas no meio da correria acho que não deu
Eu tentando concertar a nossa história
Mas sem a sua ajuda, não aconteceu

Acontece que se fosse esperta
E desse tempo ao tempo
Não seria assim
Sugando tudo o que tenho de forças
Eu ja não estou querendo mais você pra mim

Infelizmente é assim
Termina-se uma história
Que a gente mal começou
Se tomasse cuidado com meus sentimentos
Talvez meu coração ainda fosse seu

Esse final não me agradou
E o nosso entendimento
Não aconteceu
Eu que lutei um dia pra te ter ao meu lado
Agora eu te confesso
Quem não quer sou eu

Fui eu quem te dei
O primeiro beijo
O primeiro toque
A primeira canção
Se realmente quer ficar comigo
Não faz bola de meia com meu coração

Tanto tempo, tanto tempos"

Duani Martins

sábado, 31 de julho de 2010

Amigos

quem sou eu:

"Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.
Não percebem o amor que lhes devoto
e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor,
eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos,
enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade.
E eu poderia suportar, embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos !
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos
e o quanto minha vida depende de suas existências ...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem.
Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida.
Mas, porque não os procuro com assiduidade,
não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem
que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro,
noto que eles não tem noção de como me são necessários,
de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital,
porque eles fazem parte do mundo que eu,
tremulamente, construí,
e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é,
em síntese, dirigida ao meu bem estar.
Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos,
cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim,
compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece
é que a roda furiosa da vida
não me permite ter sempre ao meu lado,
morando comigo, andando comigo,
falando comigo, vivendo comigo,
todos os meus amigos, e, principalmente,
os que só desconfiam
- ou talvez nunca vão saber -
que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os. "

Vinicius de Moraes